Vamos falar de Drogas

26 jun

Não da para ficar calado, nossa visão do assunto “drogas” é muito distorcida e falaciada.

Drogaria

Farmácia? Não, o nome é  drogaria mesmo! Espantado?! Não??? Pois deveria …

Quando vamos a uma Drogaria, compramos DROGAS, esteja ciente disso. Pergunte para o cara do balcão por que chama-se drogaria e não farmácia. Esse é um exercício de cidadania. O Povo está Drogado. Quando o “assistencialismo” do postinho de saúde do seu bairro fornece o atendimento das pessoas, eles estão indicando “drogas ilegais” para todos. Não se tem feito nada, com exceção de poucos e raros casos, onde o tratamento da população em geral é baseado numa constante rotina de “uso indiscriminado das drogas” onde cria-se uma rotina idiota do vício paliativo onde procura-se eliminar os efeitos, sem procurar a causa.

A pergunta é quem é que está apoiando essa falácia são os grandes industrieiros geradores da discórdia, a ganância e a morte. Não se engane, eles arrancariam seu figado se eles precisarem de dinheiro. O tratamento à base de desinformação, tem o registro mais antigo indicando o uso de medicamentos quimicamente modificados e manipulados em pelo menos em 1449 quando se montam as primeiras bóticas. O tratamento bárbaro foi imposto pela nação coloniada.

Embora, você possa entender como óbvio, mas parece que não totalmente, os agrotóxicos são parte agregada no processo de criminalização de plantas rituais.

Utilizar meios naturais nunca foi objetivo da aristocracia europeidia, sempre devastando, abrindo a massa apática com seu rolo compressor. E então os meios tornaram se objetivos, secar a montanha de prata dizia Pototí e outos tantos mar del platas. E as plantas acabaram encontrando seu patrão:

– Trabalhe vinte quatro horas sete dia por semana.

E a planta trabalhava, ou será que ela está trabalhando? Será que a medicina faz parte da juventude popular?

http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/05/comissao-propoe-descriminalizacao-das-drogas-para-uso-pessoal.html

Eis o dilema de quem estuda plantas medicinais:
Curar-se!

Folha Amarga do Avô  Grande

Estevão Pinto em seu livro, Fulniô – os últimos tapuias, registra o uso da Sedaya assim chamada pelos índios em 1930. Se quisermos irmos mais longe o Imperador Shen-Nung já recomendo o uso para casos de apatia e reumatismos. Muitos outras pessoas diferenciadas como por exemplo Heródoto também militaram pela causa.

O fato é que não houve sequer uma civilização que não fez o uso de plantas psicoativas, enteógenas ou seja lá que nome se dá. Outro registro é que a partir do início do uso indiscriminado de remédios, desculpem, digo drogaspassou a ser influênciado pela Guerra de Ronald Regan, a maioria dos países, cederam seu espaço do uso de plantas naturais, é né por que hoje temos plantas transgênicas, outra droga que nos impede de escolher nosso tipo de alimento, mas voltando, as plantas medicinais tiveram seus usos combatidos, ou tidos como subversivos.

Defendo, sim, o uso da Maconha, como planta recreativa, ritualística, medicinal, têxtil,  alimentar, e inclusive na transformação da drogadição de crakeiros para usuarios do canhamo.

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Falæ

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